segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Cosmococas

As instalações de 1973 de autoria de Hélio Oiticica e do cineasta Neville d`Àlmeida são denominadas quase-cinema, uma vez que , nos ambientes em que se encontram há a apresentação constante de slides com os rostos de personalidades desenhadas com cocaína.
As cinco Cosmococas são:
CC1: Trahiscape,  CC2: Onobject, CC3:Maileryn, CC4: Nocagions e CC5: Hendrix-War. As obras foram desenhadas  sobre capas de livros e de discos de Yoko Ono, Luis Buñel , Marylin, John Cage e Jimi Hendrix.
O filme apresenta imagens estáticas projetadas em diferentes ângulos , com ou sem os detalhes da droga , ao lado de alguns objetos. Demonstrando, assim ,o  processo de criação das Cosmococas.


O prédio foi feito pelos Arquitetos Associados , firma de Belo Horizonte, utilizando como material o aço cortem.
A estrutura do prédio possuí uma forma labiríntica com o intuito de não pré-programar as sequências das obras a serem visitadas , não havendo assim uma hierarquia entre as salas.


Prédio no Inhotim - Brumadinho , MG.

Tunga

Antonio José de Barros Carvalho e Mello Mourão (Palmares PE 1952).

Filho do escritor Gerardo Mello Mourão, transferiu-se para o Rio de Janeiro no início dos anos 70. Realizou sua primeira exposição individual (de aquarelas e desenhos) no Instituto de Arte da Universidade Católica de Valparaíso, Chile. Em 1974 formou-se em Arquitetura pela Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro, e realizou uma individual de aquarelas no Museu de Arte Moderna.
Nesse mesmo MAM, em 1975 apresentou uma instalação ambiental e um filme. Residiu em Paris, para onde viajou em 1976. A partir de então, sucessivas mostras suas foram apresentadas no Brasil e no exterior, entre as quais de destacam: Gabinete de Arte Raquel Arnaud Babenco, São Paulo (1981 1983 e 1985); Galleria Sagittaria, Pordenone (Itália, 1981); Galeria Saramenha, Rio de Janeiro (1986 e 1992); Galeria Paulo Klabin, Rio de Janeiro (1989); Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (Portugal, 1990); Galeria Millan, São Paulo (1991); GB Arte, Rio de Janeiro (1991); Galeria Cohn Edelstein, São Paulo (1997); Bard College’s Center for Curatorial Studies Museum, Nova York (EUA, 1997), Galeria Millan-Antonio, São Paulo (2004). Participou da Bienal de São Paulo (1981, 1987), da Bienal de Veneza (Itália, 1982 e 2001), da Documenta de Kassel (Alemanha, 1997), da Arco, Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri (Espanha, 2000), entre outros certames do circuito mundial de artes plásticas. Detentor de diversos prêmios, em 1998 dividiu com Waltercio Caldas o segundo lugar do prêmio Johnnie Walker, quando apresentou no Museu Nacional de Belas Artes a performance Tereza B. artes.
No ano seguinte, ocupou a Galeria Cronopios, no Centro Cultural da Recoleta, em Buenos Aires (Argentina), onde realizou instaurações, performances e filmes, sob o título As aventuras da matéria. Em 2001, realizou no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo o evento Resgate, realizado também na Galeria Nacional do Jeu de Paume, em Paris. Em entrevista a Katia Canton, declarou: “Minhas obras são baseadas na relação entre matérias, energias, coisas físicas e minha fantasmática pessoal. Não me preocupo em extrair as qualidades estéticas das matérias usadas.Elas me importam apenas enquanto servem para reproduzir mecanismos de tensão e explosão, análogos ao modo de operar do desejo.” (Bravo!, n. 36, set. 2000) Sobre sua obra, Arthur Omar realizou o vídeo O nervo de prata (1987).
Fonte: www.bolsadearte.com
True Rouge
 Na instalação, atores nus interagiram com os objetos pendentes: recipientes que contêm um líquido viscoso, vermelho, que derramam sobre si e os vidros, remetendo aos ciclo vitais. O trabalho surge do poema que lhe dá título, escrito por Simon Lane e que descreve uma ocupação do espaço pelo vermelho, valendo-se de trocadilhos entre a língua inglesa e francesa. Os objetos que pendem do teto, unidos por estruturas interdependentes, aludem a um grande teatro de marionetes: uma escultura de manipulação, que, se valendo da gravidade, não chega, contanto, a tocar o chão.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

IDEO

Fundada em 1991, a IDEO é uma firma que propõe a inovação em vários campos de trabalho, como negócios ( ver o novo ATM: http://www.ideo.com/work/featured/bbva), educação, saúde e setores sociais. Em suma, é uma organização que proporciona ideias inovadoras, porém práticas e uteis, sempre pensando no contexto em que seus objetos serão aplicados.

Stitcher Individual

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

TU Delft

TU Delft coopera com muitas outras instituições de ensino e pesquisa , tanto na Holanda como  no estrangeiro . A alta qualidade das pesquisas e do ensino é reconhecida. TU Delft tem diversos contatos com os governos , associações , consultorias, indústria e empresas de pequeno e médio porte. Tem como plano estratégico o desenvolvimento tecnológico de modo sustentável com alto padrão .
São inúmeros  os projetos no campo da pesquisa, entre eles o robô voador   DelFly .

Ver: http://www.tudelft.nl/live/pagina.jsp?id=861eb007-c9e5-4f7e-a9b3-a81d36b3a32f&lang=en

IVREA

O "INTERACTION DESIGN INSTITUTE IVREA" possui uma abordagem menos conceitual se comparada com o Royal Institute of Arts, uma vez que o IVREA  não se baseia na inovação ou no estudo de algo surpreendente, e sim, no melhoramento  das interfaces já existentes ou na pesquisa no campo social e/ou cultural aplicada na interação homem x objeto.
Entretanto, essa linha considerada por mim um tanto quanto light no design interativo , pode não cativar por completo o usuário, tal como apresentado por  Ruth Kikin com BuddyBeads.  Esse artista que acabou por criar algo desinteressante .
 


BuddyBeads
Mediar as relações sociais através da comunicação móvel dentro de grupos de adolescentes


Fonte: http://interactionivrea.org/en/gallery/buddybeads/index.asp

Autor: Ruth Kikin -Gil (Israel)
Supervisão:
Simona Maschi e Heather Martin
Ideia problema / contexto O drama dos humores voláteis dos adolescentes e das relações, combinado com o sempre-em comunicação móvel, cria novos comportamentos e reformula os já existentes. Mas, por mais central telefone móvel agora é para a vida dos adolescentes , não é adaptado à sua necessidade de uma forma particularmente íntima e emocional de intercomunicação.
O que é BuddyBeads é um sistema de tecno- jóias que utiliza telefonia móvel para compartilhar, não-verbal, expressões simples de humor ou de situação entre os membros do grupo : "Eu estou aborrecido ", dizem , ou " Eu conheci um garoto novo " .
Como ele funciona Cada membro do grupo tem uma pulseira idêntica (ou colar ou watchstrap ), com intervalo de contas de forma diferente em forma . As contas são de dois tipos: 'contas de mensagem de ' pérolas amigo " , representando cada um dos seus amigos no grupo e, cada um representando , de acordo com um código particular , acordado , uma emoção ou evento específico . Pressionando esferas amigo selecionado, cordão de uma mensagem, faz com que o talão correspondente em pulseiras os amigos para vibrar e brilhar. Esta vibração e brilho são modificados pela força , a duração eo ritmo com que seu amigo tem pressionado seu talão de mensagens, permitindo que uma camada adicional de variação expressiva.
Valor / Potencial Vestindo BuddyBeads anuncia participação no grupo , mas a privacidade de seus códigos e as conversas em silêncio reforça a identidade do grupo e exclusividade. A capacidade de troca de relatórios de humor e as respostas quase contínua (muitas vezes o objectivo subjacente de ligações ordinárias ) mantém um sentimento, particularmente animador para os adolescentes , de intimidade e de emoção. O sistema agrega valor a um item tradicionalmente agradável e simbólico, a pulseira, cumprindo uma necessidade aparentemente crescente social. Embora aqui apoiando a vida social dos adolescentes, o princípio básico - o uso de objetos manipuláveis , ao invés de botões e janelas, para enviar e receber dados não- verbal - são claramente aplicáveis aos outros grupos e situações.

Royal College of Arts - design interactions

O
O Royal College of Arts,  localizado na cidade de Londres, possui como um dos cursos de graduação o de “design interactions” . Esse curso tem como base a interação entre pessoas e objetos-design viabilizada por meios como a tecnologia digital. Há também o desenvolvimento, ainda recente, no campo da nanotecnologia e da biotecnologia. Ambos usados com o intuito de inovar, debater  e  apressar o futuro desses assuntos ainda pouco empregados no cotidiano das artes plásticas.
Um os projetos em andamento que me surpreendeu  foi  o denominado Midas Microbes,
em que  microorganismos tem a capacidade de “sintetizar” ouro.