No dia 20 de agosto, nossa turma foi ao complexo arquitetônico da Pampulha. Lá visitamos, primeiramente, o Museu de Arte da Pampulha, aonde vimos as tão famosas curvas de Niemeyer e seu cuidadoso trabalho. O Museu foi no passado um cassino, assim podemos justificar o uso dos materiais requintados e os ambientes existentes, uma vez que, hoje não se justifica a disposição das salas e o glamour presente em sua composição, já que como galeria não é prático .
Entre tanto, o lugar instiga o questionamento do por que o arquiteto usou de artifícios como a parede espelhada, as várias entradas ao prédio , entre outros itens da construção.
Assim, é uma ótima atividade para conhecer o passado de Oscar Niemeyer, tal como os lindos jardins de Burle Marx.
Logo após visitarmos o Museu, fomos à Casa do Baile. Outro local, que, porém menor, impressiona por sua riqueza de detalhes, como o pequeno palco para a banda, a marquise em formato de ondas e a disposição da área de serviço. Há também, como no museu, o uso da cerâmica portuguesa, um marco nas obras da Pampulha.Assim ambos os passeios contribuíram para uma visão crítica das construções, tanto do próprio Niemeyer como de outros arquitetos.



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