domingo, 12 de setembro de 2010

Apropriação do espaço urbano

 
  Parkour (em português: arte do deslocamento) é uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápida e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano.Homens que praticam parkour são reconhecidos como traceur e mulheres como traceuses.
O parkour é acessível a todos, possibilitando o auto-conhecimento do corpo humano e mente como o desenvolvimento da força, resistência, coordenação motora, ao mesmo tempo que desenvolve a concentração, força de vontade, determinação .

 
 


  A deriva seria uma apropriação do espaço urbano pelo pedestre através da ação do andar sem rumo. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos.


  A palavra Flanêur é usada para se referir a homens com certo comportamento peculiar. O comportamento do Flanêur é vagar pelas ruas não simplesmente caminhando, é andar observando tudo à volta.
O flanêur é um amante das ruas que repara em detalhes que para outros cidadão passam despercebidos. Ele valoriza objetos, lugares, pessoas que o observador comum já não repara, por fazerem parte de uma rotina.


Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.

Um exemplo de Flash Mob é o Pillow Fight:
A famosa guerra de travesseiros em que pessoas combinam pela Internet, um determinado local e horário e levam consigo seus travesseiros para guerrear com pessoas desconhecidas. O Pillow Fight, vem sendo praticado em várias cidades do mundo, como por exemplo na cidade de Londres.

http://vimeo.com/10671148

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FAD

   Ontem, dia 09 de Setembro, eu e uma turma de futuros arquitetos visitamos o FAD ,Festival De Arte Digital, no museu Oi Futuro . Lá vimos uma série de obras interativas produzidas por pessoas de todo o mundo.


  A experiência vivenciada a partir do uso dos equipamentos expostos na Galeria Oi Futuro trouxe o questionamento: como podemos explorar ainda mais a tecnologia ao nosso alcance trazendo simultâneamente novidades e interação homem x computador. Uma vez que, algumas instalações existentes no museu não foram , no meu ponto de vista , totalmente inovadoras.

 Entre tanto, uma instalação que chamou muita atenção tanto em mim quanto em meus colegas foi aquela em que pode-se produzir sons variados ao tocar em alguém que esteja apoiado sobre o botão de acionamento (não lembrei de pegar o nome do autor).
  Infelizmente não foi possível assistir nenhuma performance ou palestra, porém a galeria foi um ótimo passeio para conhecer e interpretar essa arte que estava tão longe do meu cotidiano. Espero que haja outras exposições deste tipo em Belo Horizonte.

Postarei as fotos depois

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Visita à Pampulha



No dia 20 de agosto, nossa turma foi ao complexo arquitetônico da Pampulha. Lá visitamos, primeiramente, o Museu de Arte da Pampulha, aonde vimos as tão famosas curvas de Niemeyer e seu cuidadoso trabalho.


O Museu foi no passado um cassino, assim podemos justificar o uso dos materiais requintados e os ambientes existentes, uma vez que, hoje não se justifica a disposição das salas e o glamour presente em sua composição, já que como galeria não é prático .

Entre tanto, o lugar instiga o questionamento do por que o arquiteto usou de artifícios como a parede espelhada, as várias entradas ao prédio , entre outros itens da construção.

Assim, é uma ótima atividade para conhecer o passado de Oscar Niemeyer, tal como os lindos jardins de Burle Marx.






Logo após visitarmos o Museu, fomos à Casa do Baile. Outro local, que, porém menor, impressiona por sua riqueza de detalhes, como o pequeno palco para a banda, a marquise em formato de ondas e a disposição da área de serviço. Há também, como no museu, o uso da cerâmica portuguesa, um marco nas obras da Pampulha.

Assim ambos os passeios contribuíram para uma visão crítica das construções, tanto do próprio Niemeyer como de outros arquitetos.